Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância
CPCJ e Município de Mortágua associaram-se ao Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância
A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Mortágua (CPCJ), com o apoio do Município de Mortágua, associou-se à campanha nacional de prevenção dos maus tratos na infância sob o mote “Serei o que me deres…Que seja amor”, promovida pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens.
O Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância assinala-se no mês de Abril, a nível nacional e internacional.
No âmbito das comemorações, as crianças da Escola Básica Dr. Afonso Abrantes e do Jardim-Escola João de Deus formaram Laços Humanos, de cor azul, nos seus estabelecimentos de ensino, a que se juntaram Professores, Educadoras e Funcionários, bem como elementos da CPCJ de Mortágua. Todos envergaram a t-shirt com o mote da campanha de prevenção: “Serei o que me deres…Que seja amor”.
Durante o mês de Abril, CPCJ de Mortágua com o apoio do Município, estão a promover várias iniciativas no âmbito da campanha de prevenção dos maus tratos na infância, como seja a colocação de laços azuis em espaços públicos e edifícios (Câmara Municipal, Escolas), bem como nos estabelecimentos do Comércio Local. O edifício da Câmara Municipal está iluminado com a cor azul e os laços distribuídos pelo Jardim Municipal contêm mensagens alusivas ao tema da campanha de prevenção. “Só o coração pode bater”, é uma dessas mensagens que se pode ler.
Com estas iniciativas pretendeu-se sensibilizar a comunidade em geral para este tema da prevenção dos maus tratos na infância, promover a prática de uma parentalidade positiva nas famílias, e alertar todos para o dever de cuidarmos e protegermos as crianças, sejam de maus tratos físicos ou psicológicos, proporcionando-lhes um ambiente familiar de tranquilidade, carinho e felicidade.
O laço azul tornou-se o símbolo a nível mundial na luta pela prevenção dos maus tratos contra as crianças, e pela promoção e proteção dos direitos das crianças, numa referência ao gesto de uma avó, a norte-americana Bonnie Finney, que em 1989 amarrou uma fita azul na antena do seu carro em homenagem ao seu neto, vítima mortal de maus tratos às mãos do seu progenitor.

