Habitação a Custos Controlados Município candidatou construção de 24 fogos em Vale de Açores
O Município de Mortágua elaborou Estudo Prévio para a construção de 24 moradias unifamiliares, em Vale de Açores, ao abrigo do Programa de Habitação a Custos Controlados.
A operação urbanística ocupa uma área total de 11.825 m2, sendo a área dos lotes de 7.866,81 m2 e a área bruta de construção de 2.109,54 m2. O projeto prevê a criação de 24 lotes para habitação a custos controlados, correspondendo a 18 moradias geminadas e 6 isoladas.
O loteamento urbano integra 10 moradias de tipologia T1, 8 de tipologia T2 e 6 de tipologia T3. O projeto contempla ainda lugares para estacionamento, criação de zonas de sombreamento e zonas verdes de utilização coletiva.
Com estas diferentes tipologias pretende-se que a oferta habitacional seja diversificada e abrangente, em consonância com as necessidades concretas e a dimensão dos agregados familiares.
O Município apresentou candidatura ao IHRU para financiamento do projeto através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo já obtido validação técnica. A concretização do projeto representará um investimento estimado em 2,3 milhões de euros.
Escola Primária de Mortágua vai dar lugar a habitações a custos acessíveis
No âmbito do Parque Público de Habitação a Custos Controlados, o Município já assinou o contrato de empreitada para a construção de 10 fogos (8 T2 e 2 T1 ) que vão resultar da ampliação e requalificação da antiga Escola Primária de Mortágua e respetiva zona envolvente. As habitações serão colocadas no mercado para arrendamento a custos acessíveis. Desta forma, este edifício irá continuar a desempenhar uma função social da maior relevância, respondendo às necessidades habitacionais da população.
A empreitada representa um investimento de 1,1 milhões de euros, com financiamento do PRR, e prevê-se o seu início durante o 1º trimestre do ano.
A execução destes projetos inserem-se na Estratégia Local de Habitação definida pelo Município de Mortágua, aumentando e dinamizando a oferta do mercado de arrendamento, e contribuindo assim para a fixação e atratividade de pessoas.
“Não estamos a falar de habitação social, para a qual temos outras respostas e projetos, mas sim de habitação para a classe média e a custos acessíveis. Temos o desafio de fixar os jovens e os quadros qualificados e a oferta de habitação é um fator crucial para atingirmos esse desígnio”, esclarece o Presidente da Câmara, Ricardo Pardal.
Estes dois projetos não esgotam os investimentos previstos na área da Habitação, havendo outra candidatura apresentada pelo Município que pretende intervir na reabilitação de habitações pelo concelho.

