De 10 a 14 de agosto. Mortágua acolhe Festival de Artes de Rua.

Data: 2021-08-09
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua


Entre 10 e 14 de Agosto, o centro da vila de Mortágua vai ser palco de vários eventos de animação de rua, envolvendo diferentes áreas artísticas.

 

O programa coincide com a semana em que habitualmente se realiza a festa das “Tasquinhas”, que, este ano, mais uma vez, não será possível realizar devido às regras e limitações ainda decorrentes da situação covid. À semelhança do que já aconteceu o ano passado, a Câmara Municipal não quer deixar de marcar esta semana festiva, e delineou um programa alternativo com o objetivo de animar o comércio local e atrair visitantes, cumprindo as normas de saúde e segurança vigentes.

A aposta é num programa abrangente e diversificado, destacando-se o Festival de Artes de Rua. Além da presença das Estátuas Vivas, que fizeram enorme sucesso em 2020, o evento contará ainda com músicos, malabaristas, caricaturistas, entre outras performances. O festival decorrerá diariamente entre as 15h00 e as 19h00, e os artistas irão circular rotativamente pelas ruas da Vila, animando o comércio local.

O programa inclui ainda uma Exposição de Pintura da mortaguense Ivone Ramos, que estará patente no espaço-galeria da Câmara Municipal, e o evento “Música na Praça”, que constará da atuação de Bandas locais em cada um dos dias.

A Praça do Município vai ser palco da atuação das Bandas MUST (dia 10), Dang! (dia 11), Day Tay (dia 12), Cordas Partidas (dia 13) e Hopus Band (dia 14).

A semana festiva culmina no dia 14 com um espetáculo de Stand Up Comedy, protagonizado pela dupla humorista Quim Roscas e Zeca Estacionâncio. O espetáculo terá lugar na Praça do Município, com início marcado para as 22horas.

Este ano, os vários eventos surgem integrados no programa cultural em rede “Praças com Vida”, que junta os Municipios de Mortágua, Mealhada e Penacova. O programa promove a cultura, o património e a valorização turística destes três territórios, convidando à fruição de praças, parques, jardins e centros históricos enquanto locais de encontro e partilha, convertendo-os em autênticos “palcos vivos” para a realização de múltiplos eventos culturais, em diferentes áreas.

 

 









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