Flameart – Equipamentos Térmicos, L.da, instalou-se no Parque Industrial

Data: 2014-01-17
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua


A Flameart- Equipamentos Térmicos, L.da, começou a laborar no início do ano e dedica-se à produção de equipamentos térmicos a lenha, como recuperadores, salamandras e caldeiras de aquecimento.

Os responsáveis da empresa foram recebidos pelo Presidente da Câmara, numa reunião informal que serviu para apresentar o projeto empresarial, instalado no Parque Industrial de Mortágua.
No final da reunião, o Presidente da Câmara agradeceu a visita e manifestou a disponibilidade do Município no apoio a esta iniciativa empresarial, até porque a biomassa e a floresta é uma área a que o Município dá especial relevância em termos da estratégia de desenvolvimento económico do concelho, salientou.

Neste momento a empresa tem como cliente exclusivo outra empresa de Mortágua - a Chama, SA, com vasta experiência na área dos equipamentos térmicos. ”O que se verificou é uma situação de spin-off, ou seja, a Chama ficou com o segmento dos equipamentos a pellets e abandonou a parte da produção de recuperadores a lenha. Nós ficámos com este segmento de produção”, explica Fernando Santos, sócio-gerente.

A Flameart dedica-se apenas à produção, sendo a distribuição assegurada por outros canais.

Os dois sócios portugueses, Ilídio Lourenço (Mortágua) e Fernando Santos (Ovar), convidaram um outro sócio, de nacionalidade grega, a juntar-se ao projeto. “É mais do que um sócio, é sobretudo um parceiro estratégico que nos vai ajudar a entrar no mercado grego e noutros países envolventes, que é hoje um mercado em franco crescimento e com futuro nos próximos anos, ao contrário do mercado português que já atingiu um estado maduro nesse tipo de equipamentos”, explica Fernando Santos.

Neste momento a produção é unicamente de recuperadores a lenha, mas a Flameart quer alargar a sua atividade a outras áreas de negócio relacionados com a metalomecânica.
“O mercado dos recuperadores a lenha tem a questão da sazonalidade, ou seja, tem uma época baixa que vai de março até setembro e a época alta que vai de outubro a fevereiro. O desafio passa precisamente por anular essa sazonalidade, o que implica procurar outros mercados e diversificar a nossa área de negócio”, refere.

A estratégia a médio prazo passa por criar dimensão, aumentar a capacidade produtiva para poder dar resposta às necessidades do mercado na época alta, reduzir ao mínimo os stocks no resto do ano e absorver depois a mão de obra excedente na época baixa para a execução doutro tipo de trabalhos.

A empresa já começou a fazer prospeção no mercado com esse objetivo, antecipando o futuro.

Os promotores têm consciência de que as coisas não serão fáceis neste primeiro ano, até porque o timing de arranque não foi o ideal: “Arrancámos a meio da época alta em termos de mercado, a melhor altura para começarmos seria aí em junho do ano passado ou iniciarmos em março ou abril deste ano. Vai exigir um esforço significativo, mas temos a vontade de vencer e a ambição de crescer”, refere Fernando Santos.

No imediato foram já criados 6 postos de trabalho, um número que poderá aumentar, em função da evolução do mercado e dos ajustamentos da própria empresa.









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