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Projecto “Da Escola, Agarra a Vida”

2009-11-30
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

Estudantes de Mortágua participaram na “Semana Aberta
da Ciência e da Tecnologia” da Universidade de Aveiro


Um grupo de estudantes do concelho de Mortágua, pertencentes ao 9º e 12º ano, realizaram no passado dia 27 uma visita de conhecimento ao Centro Ciência Viva e à Universidade de Aveiro, no âmbito da “Semana Aberta da Ciência e da Tecnologia”.

Esta iniciativa da U.A. pretende proporcionar aos alunos o contacto de perto com o mundo do saber e do conhecimento, dando-lhes a oportunidade de experimentarem, intervirem e explorarem as dezenas de actividades preparadas pelos vários Departamentos e unidades da Universidade de Aveiro , nas mais diversas áreas científicas.

A visita inseriu-se no Plano de Actividades do Projecto “Da Escola, Agarra a Vida”, sendo um dos seus objectivos sensibilizar e motivar os alunos para a aprendizagem e valorização pessoal, nomeadamente proporcionando o contacto directo com as Universidades, Institutos Politécnicos, Centros Tecnológicos, que ajudam a despertar-lhes o interesse e a curiosidade pelo conhecimento.

Os 121 alunos participantes, acompanhados por vários professores, efectuaram uma visita à Fábrica da Ciência Viva. Trata-se, literalmente, de uma antiga fábrica transformada num centro de divulgação da ciência, numa “fábrica do saber”. No workshop intitulado “Mãos na massa”, os alunos podiam interagir com cerca de 40 módulos envolvendo várias áreas da ciência. Ao longo da exposição os alunos são estimulados a mexer, a experimentar equipamentos tecnológicos e objectos construídos e a assimilar autonomamente os fenómenos científicos apresentados. Logo à entrada encontrava-se a “passadeira do saber”, criada à semelhança da passadeira de produção da antiga fábrica, mas com uma diferença. Aqui não se tratava de produção de coisas. Em cima da passadeira circulavam objectos curiosos que transmitiam uma mensagem científica através da leitura do código de barras associado a cada um. Noutros módulos era possível pintar com uma luz, simular o lançamento de um foguetão a hidrogénio, utilizar o código Morse e o código Binário, replicar fenómenos naturais como o tsunami. No “giroscópio humano” podia-se simular o efeito que o corpo tem quando se inclina nas curvas, no “labirinto óptico” desviar a trajectória dos raios laser através da utilização de prismas e lentes, no “celtic stone” experimentar um objecto com uma estranha rotação ou as “esculturas líquidas” que evidenciavam a força centrípeta. Um livro falante dava a conhecer a história das células, das enzimas e das bactérias.
Noutro local da “fábrica” funcionava a Oficina dos Robôs. Aqui o desafio era construir robôs com legos, programá-los no computador e pô-los a seguir uma pista numa mesa de teste.

Havia ainda a exposição da biodiversidade, que dava a conhecer os cinco reinos nos quais de distribui a biodiversidade, através de amostras recolhidas em habitats locais (Parque, Ria, Lago, Oceano). Os alunos podiam tornar-se eles próprios cientistas, recolher amostras de macroinvertebrados, analisá-los ao microscópio e proceder à sua classificação.
Dois filmes a 3D propunham duas viagens: ao interior de uma célula e às profundezas dos oceanos.
Os alunos do 12º ano, além da visita ao Centro Ciência Viva, visitaram ainda a Universidade de Aveiro, onde puderam sentir o ambiente de uma Academia e conhecer o trabalho e a investigação que ali são realizados. Foi o caso da visita ao Departamento de Engenharia Mecânica. No Workshop sobre “Tecnologia Automóvel” os alunos apreenderam alguns princípios básicos sobre o funcionamento de um automóvel, dando ênfase aos aspectos construtivos do automóvel, às noções de potência e transmissão assim como de novas tecnologias, que têm subjacentes alguns conhecimentos já adquiridos pelos alunos nas disciplinas de Física e Química.
“A ideia é motivar os jovens para virem estudar Engenharias e em concreto a Engenharia Mecânica. Acima de tudo é uma questão de motivação para algumas coisas que eles por vezes consideram demasiado difíceis, nomeadamente a Matemática e a Física, e demonstrar-lhes que existem conteúdos palpáveis, aplicações práticas, onde eles podem fazer a ligação àquelas coisas que à partida gostam menos”, explicou-nos João Oliveira, Monitor e Professor naquele Departamento.

Realizaram ainda uma visita guiada ao DataCenter da Universidade e tomaram contacto com toda a infraestrutura de suporte aos serviços de TIC da Universidade, como os serviços de Wireless, Correio, Rede etc.
Para o João Pedro, 14 anos, a frequentar o 9ºano, tratou-se de um dia divertido e interessante: “aprende-se coisas novas, dá-nos vontade de aprender mais. Há coisas que na teoria parecem mais chatas ou complicadas, mas visto na prática tudo é mais simples”, diz.


O Projecto “Da Escola, Agarra a Vida” tem previstas outras iniciativas deste género, de contacto directo dos alunos com Universidades e Pólos Tecnológicos, nomeadamente uma visita ao Biokant Park de Cantanhede e a participação no programa de férias de Verão na Universidade Júnior.












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