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Informa`09 – Feira de Informação Escolar e Profissional

2009-05-12
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

Estiveram presentes 21 entidades de ensino e formação

Realizou-se no passado dia 8 a Informa ´09 - Feira de informação Escolar e Profissional, uma iniciativa do Projecto do Município de Mortágua denominado “Da Escola, Agarra a Vida”, inserindo-se numa das suas vertentes - a Orientação Escolar e Profissional.
Durante todo o dia centenas de alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Profissional puderam contactar com a oferta educativa e formativa apresentada por Universidades, institutos Politécnicos, Escolas Profissionais e outras entidades convidadas. Nesta segunda edição do evento estiveram representadas 5 Universidades, 8 Institutos Politécnicos, 5 Escolas Profissionais, 1 Escola Secundária. Além das instituições de Ensino e Formação, também o Instituto de Emprego da região e o Exército divulgaram a sua oferta de cursos.
O objectivo da Informa é habilitar e esclarecer os alunos sobre variadas opções que podem tomar em termos académicos e profissionais, alargando os seus horizontes. Nos vários stands os alunos podiam obter informações e esclarecimentos sobre cursos ministrados, disciplinas, condições de ingresso, certificação obtida e saídas profissionais.

Algumas das entidades estiveram presentes pela primeira vez, como foram os casos da Universidade Católica Portuguesa, Universidade do Porto, Instituto Politécnico da Guarda, Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, Exército e Instituto de Emprego.
Ao longo da manhã e tarde realizaram-se várias palestras de informação e sensibilização promovidas por algumas das Instituições de Ensino Superior presentes no evento.
Dois cadetes-alunos do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna apresentaram o curso, como funciona e as condições de ingresso.
“Os alunos que frequentam o Instituto têm regalias idênticas a um elemento da PSP. Para além de não pagarem propinas e material didáctico, têm direito a uma compensação monetária, alimentação, alojamento, sistema de saúde, transporte público gratuito na área da Grande Lisboa, fardamento”, explicou o Cadete Joel Araújo.
O Instituto está essencialmente vocacionada para formar Oficiais de Polícia, mas há outras saídas possíveis, como o Corpo de Intervenção, Corpo de Segurança Pessoal, Grupo de Operações Especiais. Todos os anos concorrem em média 1000 a 1200 alunos para menos de meia centena de vagas. O ano transacto entraram 25 alunos, tendo sido a nota de entrada do último candidato de 14 valores.
“A média de nota do Secundário conta 50%, o exame nacional de Português 45% e a entrevista 5%. Depois é preciso passar toda uma bateria de testes, físicos, médicos, psicotécnicos. Como é um curso pago pelo Estado as pessoas têm de ser merecedoras dos benefícios que recebem durante o Curso e por isso mesmo só se pode chumbar um ano”.

Perante uma plateia de jovens do 11 e 12º ano, o Dr. Alexandre Pinto da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra falou das saídas profissionais na área das Humanidades. Na sua intervenção procurou desmistificar a ideia de que as Humanidades são uma área com poucas saídas profissionais, que atira os diplomados para o desemprego. Para mostrar que assim não é, deu vários exemplos de actividades profissionais em que as Humanidades estão presentes e são relevantes.
“Para se fazer um filme é preciso quem escreva o argumento, o mesmo se diga com a tradução de programas, livros ou até jogos de computador. Os filmes e séries históricas implicam investigação histórica rigorosa. Quando os argumentistas fizeram greve nos Estados Unidos a indústria cinematográfica americana tremeu”, lembrou.
O outro preconceito que desmistificou, é o de que se trata de uma área que dá pouco dinheiro comparada com a área tecnológica. “O Dan Brown não inventou uma torradeira nova mas escreve livros e é um homem muito rico. Em 2003 os sectores culturais e criativos da Europa geraram 654 mil milhões de euros, enquanto a indústria automóvel gerou 271 mil milhões”.
Além disso, conforme explicou, as Humanidades têm uma forte ligação com as novas tecnologias: ”Alimentam sites como a Vikipédia, blogs, canais televisivos temáticos. São pessoas com elevados conhecimentos na área das Humanidades que fabricam os conteúdos que aparecem nesses suportes multimédia”.
Por outro lado, finalizou: “ninguém tira hoje um curso de História ou de Geografia para ser historiador ou geógrafo. As pessoas tiram esses cursos na perspectiva de adquirirem competências que poderão aplicar em diversas profissões e locais de trabalho que lhes estão associados. Noutros cursos tira-se para a profissão A ou B, mas nas Humanidades as competências servem para um leque mais alargado de actividades profissionais”.

Os alunos assistiram também a uma palestra intitulada “100 anos da Profissão de Engenheiro Químico”, apresentada pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
Os alunos fazem normalmente alguma confusão entre Química e Engenharia Química: “é compreensível que tal aconteça pelo nome comum que tem de Química, mas é fundamental que os alunos no momento de escolher um curso superior tenham essa noção, essa clarificação. O Engenheiro Químico põe no terreno, no mercado, os produtos que são desenvolvidos a nível da Química, e portanto a nível industrial”, explicou a Dra. Rosa Ferreira, daquele Departamento.
A Engenharia Química, referiu aos alunos, está praticamente em todo o lado, em tudo o que fazemos no dia-a-dia, nas nossas casas, nas nossas roupas, nos automóveis, nos detergentes, nas tintas, nos computadores. Afirmando: “A nossa sociedade não seria o que é se não tivesse a Engenharia Química e os Engenheiros Químicos. A nossa qualidade de vida não seria a mesma”.
O leque de saídas profissionais é muito vasto, desde a Indústria dos Combustíveis, Petroquímica, Cerâmica, Vidreira, Têxtil, Cosmética, Perfumaria, Farmacêutica, Papel, Agro-alimentar, Tratamento de Efluentes, Ambiente, etc.
O mercado de trabalho do Engenheiro Químico, adiantou ainda, é cada vez mais integrado e amplo, é o mercado global, e nessa perspectiva pode-se dizer que não existe dificuldade de emprego.



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