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CR&M ministra cursos de condução segura e defensiva

2008-11-03
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua
Instalado no Aeródromo Municipal

O presidente da Câmara Municipal visitou no passado dia 30 a CR&M - Formação Activa de Condução, a convite da empresa. A visita inseriu-se numa apresentação do centro de formação às entidades locais, colaboradores e clientes da empresa. Esteve também presente o Adjunto do Governo Civil de Viseu para a área da Segurança, Leonel Gouveia.

A funcionar desde Junho do ano passado, no Aeródromo de Mortágua, a CR&M ministra formação na área da condução defensiva e segurança rodoviária, reconhecida e homologada pelas entidades competentes.

A instalação da CR&M em Mortágua surgiu no âmbito de uma iniciativa lançada pelo Município, o “Concurso de Ideias, Empresas e Empresários”. A CR&M foi uma das quatro empresas que concorreu e foi seleccionada e apoiada. “Houve esta coincidência de o Município ter lançado o concurso e ao mesmo existir uma infraestrutura que estava desactivada que era o Aeródromo Municipal e que oferecia as condições que nós precisávamos para desenvolver este projecto”, referiu-nos António Macedo, gerente da empresa. O Município apoiou a instalação da empresa, tendo feito obras de conservação e beneficiação no Aeródromo.

A empresa, criada em 1993, possui actualmente dois centros de formação, um em Palmela e outro em Mortágua. O centro instalado em Mortágua procura abranger a região norte e centro do País.

“A instalação da CR&M é muito importante para nós, porque é um dos poucos centros de formação do género que existem a nível nacional, um deles está em Mortágua, e portanto tem uma abrangência geográfica que é relevante. Desde o início apoiámos este projecto, que se enquadrava nos objectivos do Concurso promovido pelo Município, que era justamente estimular e apoiar projectos que trouxessem alguma mais-valia para a economia local”, refere o Presidente da Câmara, Afonso Abrantes.
Por outro lado, acrescenta, “a instalação da CR&M permitiu-nos rentabilizar uma estrutura que estava desactivada e penso que a solução encontrada foi vantajosa para ambas as partes, até porque está salvaguardado que o Aeródromo continua a poder ser utilizado pelo Município ou pela Protecção Civil nos meses de Verão, se houver necessidade disso”.



O espaço onde funciona empresa é constituído por um edifício de formação teórica, com duas salas de aula e serviços de apoio, e a zona de pista ou de formação prática. A zona de pista permite recriar situações simuladas das circunstâncias que levam muitas vezes ao acidente, como baixa aderência, excesso de velocidade, falta de distâncias, aparecimento inesperado de obstáculos, entre outras.

“Nós temos aqui um pavimento que permite reproduzir num veículo a 40Km/por hora aquilo que nós podemos sentir numa auto-estrada a 100 ou 120 km/por hora num dia de chuva forte, ou seja, aquilo que pode levar ao “aquaplaning”, explica António Macedo. A segurança dos testes ou exercícios é garantida: “para além de não termos os obstáculos que podemos encontrar numa situação real, as árvores, os postes, os muros, fazemos as manobras a uma velocidade mais baixa e com um grau de segurança muito acrescido e dá até mais tempo para as pessoas sentirem o que está a acontecer”.



No curso aprende-se a segurança defensiva e activa, a prevenir os acidentes e a minorar as consequências no caso do acidente ser inevitável. “ É essa parte da segurança activa que nós pomos mais em prática no curso, a questão das travagens, do controle da estabilidade, de tudo aquilo que tem a ver com a dinâmica do próprio veiculo e dos sistemas que existem para corrigir deficiências dos condutores. As pessoas normalmente quando acontecem coisas inesperadas entram em pânico, atrapalham-se, cometem erros, às vezes exageram nos movimentos, nas manobras, nas acelerações, nas travagens, e tudo isso tem repercussões negativas no controle do veiculo”, diz.
Mas salienta, o facto de uma pessoa frequentar o curso não quer dizer que chegue lá fora e consiga evitar todo e qualquer acidente. “A situação real é sempre diferente, depende de muitas circunstâncias, porque vai a uma velocidade excessiva, porque surgiu um obstáculo inesperado. Aqui as coisas acontecem de uma forma mais ou menos esperada ou controlada. De forma que a única forma de protegermo-nos é prevenir esses acontecimentos ou então minorar as suas consequências quando ele é inevitável”.

A chamada condução defensiva, adianta, não está tanto na componente física, na agilidade das pernas e braços, nos reflexos. “Está mais na cabeça, na atitude, no comportamento face aos potenciais riscos, aos maus comportamentos dos outros e às condições adversas que se podem encontrar na estrada. Não existem dois dias iguais, nem dois quilómetros iguais, a condução tem de estar adaptada às minhas condições físicas e psicológicas no momento, à minha experiência de condução, ao estado do tempo, do pavimento, etc. Conduzir bem é também saber lidar com as outras pessoas de forma cívica, é também saber gerir bem o nosso próprio comportamento”, refere.
E dá alguns exemplos: “se está atrasado deve saber gerir o seu comportamento por forma a que ele não se torne agressivo, não andar distraído, pensar que se num determinado momento está cansado deve fazer uma pausa na condução. É mais do que o comportamento que eu tenho com o meu carro perante os outros, é também um bocadinho daquilo que está dentro da nossa cabeça e a maneira como eu devo pensar que a condução é uma tarefa que exige uma responsabilidade muito elevada”, esclarece.



Entre os clientes da CR&M estão empresas de vários ramos de actividade, da indústria farmacêutica, química, petrolífera, empresas de transporte e distribuição, de cargas e valores, Ministérios, Embaixadas, Autarquias, Bombeiros, Policia.

“Todos os condutores são potenciais clientes da CR&M, porque a formação que se dá numa escola de condução não nos habilita a conduzir qualquer tipo de veículo ou a conduzir em situações de verdadeiro perigo ou risco. Conduzir um carro ligeiro não é o mesmo que conduzir um jipe, da mesma forma que conduzir um camião-cisterna não é a mesma coisa que conduzir um camião de areia ou um autocarro com crianças. São conduções diferentes que exigem adaptações, uma formação mais especializada, que não se aprende na escola de condução”, diz António Macedo.

O centro de formação trabalha com veículos ligeiros, pesados, 4x4 e motociclos. Em Portugal, por força da legislação, algumas empresas já estão obrigadas a estar certificadas com este tipo de formação, como é o caso dos transportadores de combustíveis, táxis, transporte colectivo de crianças.





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