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Município promoveu terceira Caminhada

2008-06-09
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

O Município de Mortágua organizou no passado dia 8 (domingo) mais uma Caminhada “Por Trilhos de Terra e Água”. Esta terceira Caminhada denominada “Percurso da Aguieira”, tal como o nome indica, levou os 120 participantes a conhecer a zona envolvente à Albufeira da Aguieira.
Teve concentração às 8h30 no Cabeço do Senhor do Mundo, um dos locais emblemáticos de Mortágua, que oferece uma vasta panorâmica sobre a Vila e Concelho de Mortágua até à Serra do Caramulo.
Pelas 9 horas deu-se início à partida para um percurso de cerca de 20 Km. A primeira aldeia a ser avistada é o Freixo, povoação bem situada, soalheira e em franca expansão. Vêem-se aqui enormes plátanos que terão certamente centenas de anos.



Pouco depois começa a vislumbrar-se a Albufeira, um braço de rio, ainda sem a dimensão que nos surpreende mais à frente. A partir daqui todo o caminho é feito à beira da água, a albufeira vai ganhando gradualmente maior largura e grandiosidade, formando lagos imensos. Nesta altura do ano apresenta um volume de água descomunal devido à chuva que caiu nos últimos meses. É um “mar” de água doce, recortado por penínsulas e enseadas. A floresta envolve a albufeira por todo o lado onde se olhe, pintando de verde a paisagem.
Passou-se ao fundo da povoação do Falgaroso do Maio, uma das zonas mais procuradas pelos banhistas e amantes dos desportos náuticos. Encontramos tendas de campistas e pescadores a tentar a sua sorte.
A etapa da manhã termina perto de Almacinha, com a albufeira aos pés. É hora do almoço, já muito desejado. Num dos pinhais estenderam-se os farnéis trazidos de casa, que todos fizeram questão e gosto em repartir entre si, dando a provar os seus petiscos e sobremesas. Descansou-se à sombra dos pinheiros. O cansaço era notório, já tinham ficado para trás uns bons quilómetros. Mas não havia pressa, as caminhadas são para se fazer com hora de partida e sem hora de chegada, sem relógio, deixando que sejam as passadas a marcar o tempo.



Almacinha estava a cerca de 1 Km e todos queriam chegar ao Café “O Pescador”, para tomar a “bica” da tarde, que além de um hábito diário ajudaria a vencer o calor, que entretanto aumentara desde o meio-dia. Nesta aldeia constatamos várias moradias revestidas a xisto, que combinam a modernidade arquitectónica com este material tradicional de Mortágua. Faltava o último esticão, com passagem de novo pela aldeia do Freixo. A paisagem intercala campos agrícolas e floresta. Encontramos antigas fontes de chafurdo ou de mergulho, já abandonadas, e algumas nascentes naturais onde ainda hoje o povo se abastece. Aproveitou-se para refrescar o rosto e saborear a água fresca. Aproximava-se o fim de mais uma Caminhada, vislumbrando-se novamente a Capela da Nossa Senhora do Desterro, a primeira das três capelas que povoam o Cabeço. Eram cerca das 16 horas. Visivelmente cansados, pois a tirada foi longa, mas felizes e irmanados num espírito de grupo, de companheirismo e amizade.
A próxima Caminhada está prevista para o mês de Setembro e terá como destino a zona das torres eólicas e da Tojeira.

O Jogo da Caça ao Tesouro

Ao mesmo tempo que faziam o percurso, os participantes tinham um desafio, o Jogo da Caça ao Tesouro. Os participantes foram divididos em equipas, a cada uma foi distribuído um texto codificado que tinham que decifrar. Ao longo do percurso estavam afixadas placas com partes do texto, que iam sendo decifradas, até obter no final o texto original e completo. O texto decifrado contava a Lenda do Lago, segundo a qual, supostamente, há muito tempo atrás o centro de Mortágua teria sido um vasto lago de mais de 5 Km2 de superfície, habitado desde o início do mundo por peixes de água doce. Um dia chegaram os Mouros (ou os Romanos?) que resolveram drenar as águas do lago, abrindo para isso uma brecha nas rochas de Alçaperna. Essa zona, depois de seca, foi logo habitada e cultivada. Daí a designação antiga de Mortalacum, que terá estado na origem do actual topónimo Mortágua. Depois de decifrado o texto cada equipa recebeu um mapa com indicação do local onde estaria escondido o tesouro. Uma vez descoberto, revelou-se o conteúdo: um saco que continha produtos regionais de Mortágua, a Monografia do concelho e outro material de informação turística.




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