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XV Aniversário do Coral Juvenil Sílvia Marques

2007-06-06
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua
XV Aniversário do Coral Juvenil Sílvia Marques
Sessão Solene comemorativa

Uma Sessão Solene, realizada no Centro de Animação Cultural, pelas 17 horas, marcou o início das comemorações do XV Aniversário do Coral Juvenil Silvia Marques. Nesta sessão estiveram presentes todos os grupos participantes no Encontro de Coros Juvenis, que teria lugar nessa mesma noite. Esta sessão serviu para a Direcção do Coral Juvenil prestar público agradecimento às instituições, colectividades e individualidades que ao longo destes 15 anos acompanharam, incentivaram e apoiaram o grupo, contribuindo para a sua afirmação e consolidação no plano cultural e social.

Como referiu o Presidente da Direcção, António João Lobo, tratou-se de um acto simples, a oferta de uma lembrança, mas que encerra em si um puro sentimento para com aqueles que sempre acarinharam e apoiaram o Coral, ao longos destes anos. Como explicou, haveria certamente mais pessoas e colectividades que poderiam ser enumeradas, mas frisou, nestes agradecimentos estão incluídos sem excepção todos os colaboradores.

Entre as colectividades distinguidas estiveram a Filarmónica, o TEM, o Orfeão Polifónico, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores, o Agrupamento de Escuteiros. Nas instituições foram distinguidas a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Mortágua. Nas individualidades foram distinguidas o Presidente da Câmara Afonso Abrantes, Vereador Júlio Norte, Vereador João Fonseca, José Joaquim Matos Lobo, Padre António Loureiro, Maestro Amílcar Morais, Prof.Sérgio Brito, Maestros Nuno Garrido e Ricardo Vicente. O Sr. Afonso Lobo, director e fundador do Coral Juvenil, teve direito a uma homenagem especial, ele que é um símbolo e uma figura carismática do grupo.

O Presidente da Direcção destacou o bom relacionamento institucional e pessoal sempre havido com as diversas colectividades do concelho e destacou entre as instituições o especial apoio da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Mortágua. Afirmando “temos que reconhecer a grandeza e nobreza dos actos efectivos destas duas instituições, que tudo têm feito para manter viva a aposta efectiva na cultura em Mortágua“.
Dirigiu palavras de reconhecimento e gratidão para os jovens “que nunca regatearam esforços para se apresentarem com a maior dignidade e motivação”. Expressou ainda palavras de agradecimento aos seus colegas de Direcção pelo apoio constante ao longo destes 15 anos.

Joaquim Vicente, Director do Coral Juvenil, recordou como tudo começou, os primeiros ensaios, as primeiras apresentações daquelas crianças, “botões de rosa”, como alguém lhes chamou.
Em nome dos jovens coralistas, usou da palavra Lara Ramos, uma das primeiras coralistas, que deixou o testemunho da sua passagem pelo grupo. (ver depoimento).

“ Uma escola de vida”

O Presidente Afonso Abrantes foi uma das pessoas que viu nascer e crescer o grupo ao longo destes quinze anos. Na sua intervenção realçou o espírito de grupo e de união que sempre marcou o Coralinho, sublinhando que mesmo entre aqueles que já deixaram de cantar, ninguém esquece a passagem, fica sempre uma ligação ao grupo, à colectividade, às pessoas, uns aos outros. E recordou Silvia Marques, dizendo“ o Coralinho nasceu com uma grande força, a força que brotava de um corpo franzino que transportava uma grande alma e que nenhum de nós esquece”

Salientou a acção decisiva que o actual Director Artístico, Nuno Garrido, teve nesse período difícil, não deixando morrer o projecto, levantando-o e conseguindo levá-lo em frente, com muita dedicação, entusiasmo, seriedade.

Deixou palavras especiais de homenagem ao Sr. Afonso Lobo, director e fundador do grupo, destacando a sua presença em todos os momentos. “Todos nós sabemos a forma como ele vive o Coralinho, vibra e vos aplaude desse lado, e vive a vossa felicidade”. E com esse exemplo salientou a importância de pessoas que, como ele, dão parte de si aos outros, dedicando parte do seu tempo às colectividades, sem pedir nada em troca, apenas por amor à causa e serviço ao bem comum, nas colectividades musicais, recreativas e desportivas. Frisando “vós jovens coralistas estais também neste número”.

Terminou com as seguintes palavras para os jovens coralistas: “Tenho a certeza que à medida que ides crescendo, sentis que o tempo que passaram aqui não foi perdido, mas foi um enorme ganho”.

No final da sessão solene procedeu-se à abertura de uma exposição retrospectiva dos 15 anos do Grupo, a qual reúne diversos objectos recebidos aquando dos concertos e deslocações no País e no Estrangeiro. È constituída por troféus, placas, fotos e artigos publicados na Imprensa. Olhando para as primeiras fotos do grupo, dir-se- á “parece que foi ontem, mas já lá vão 15 anos”.

Um testemunho

“Falar do Coral Juvenil Sílvia Marques é falar de uma grande escola de vida. Pertencer ao Coralinho foi uma experiência que marcou profundamente a vida de todos nós. Fazer parte desta grande colectividade incutiu-nos valores que vão muito para além do amor pela música e pelo canto coral. Aqui aprendemos a ser homens e mulheres, aprendemos o que é o verdadeiro espírito de grupo, a partilha de alegrias e tristezas, de vitórias e derrotas, aprendemos a lidar com o sucesso e o fracasso, criámos fortes laços de amizade e afecto, aprendemos o que é o verdadeiro espírito de entreajuda e soubemos perceber e aceitar o momento de despedida com um sorriso nos lábios, com o sentimento de dever cumprido e com a certeza de que outros como nós continuariam a trilhar os caminhos desta bela estrada pela qual tivemos o privilégio de passear.
Porque como diz Miguel Torga, “todos somos estafetas desta grande corrida, a receber e a passar testemunho”. Mais do que uma escola, o Coralinho é uma grande família, é como a casa da mãe onde sabe sempre bem voltar e onde somos sempre bem recebidos e acarinhados. De facto, ontem e hoje, é extraordinário o afecto e amizade com que nos recebem, os sorrisos, as palavras doces e amigas, e o interesse que sempre revelam pelas nossas vidas e pelo rumo que as mesmas tomaram, E é isto que nos faz voltar, é isto que é o nosso Coralinho, uma segunda casa sempre com as portas abertas para nos receber”.
Lara Ramos, ex-coralista do Coral Juvenil




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