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Gestão do minifúndio florestal em Mortágua foi destacada no Encontro Anual de Produtores Florestais

2022-11-16
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

A «Gestão em Minifúndio» foi um dos temas em debate do Encontro Anual Produtores Florestais, realizado no Grande Hotel do Luso e promovido pela Navigator Company. A iniciativa juntou mais de uma centena de participantes, onde foram discutidos temas como Áreas Florestais Agrupadas, Áreas Integradas de Gestão da Paisagem ou o valor da biomassa.

A forma como o concelho de Mortágua gere, há décadas, a sua área florestal foi destacada durante uma mesa-redonda com a participação de um responsável do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Jacinto Diamantino, do Diretor Geral da CELPA, Francisco Gomes da Silva, do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Mortágua, Luís Filipe Rodrigues, e do produtor florestal e Presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão, Arlindo Cunha.

Em representação do Município de Mortágua, o Vice-Presidente Luís Filipe Rodrigues referiu que «85% do concelho de Mortágua é de área florestal, sendo que 90 % é eucalipto, sendo um território “de grande e boa produtividade “para esta espécie em concreto. Referiu que os autarcas de Mortágua, nos últimos 30 anos, olharam sempre para a floresta como um ativo económico e para o minifúndio como um agregador dos produtores florestais”. O minifúndio florestal, explicou, veio substituir gradualmente a chamada agricultura de subsistência, em que cada proprietário começou a cuidar e a tratar a sua parcela florestal “como antes tratava a sua horta”.

Para essa forma como o espaço florestal é cuidado e tratado por parte dos proprietários/produtores, asseverou, contribuiu o investimento municipal nas acessibilidades, na rede viária florestal, que permite um fácil acesso a toda a mancha florestal, bem como a criação de pontos de água e a implementação de programas de vigilância florestal nos meses de Verão, proporcionando maior garantia de segurança ao proprietário. Referiu também a integração da comunidade escolar naquilo que é a relação com a floresta, através de programas e atividades de sensibilização (a integração de jovens estudantes em férias no programa municipal de vigilância, por exemplo).

Luís Filipe Rodrigues referiu o papel do Município como um “parceiro” de todos os agentes envolvidos na atividade florestal (Produtores, Empresas, Associações) e um “gestor do condomínio florestal”, que atua nas áreas das infraestruturas públicas, da sua manutenção e beneficiação, da prevenção, defesa e valorização da floresta, assegurando a sua sustentabilidade económica e ambiental.

Adiantou que o Executivo Municipal procedeu à aquisição de diversas máquinas (1 bulldozer, 1 giratória e 1 trator), para as operações de limpeza das faixas de gestão de combustíveis, e manutenção e beneficiação da rede viária florestal, que representam um investimento superior a 300 mil euros.

Focou, por outro lado, a situação verificada no último verão, com a interdição do trabalho florestal durante algumas semanas, para dizer que “podemos ter gente a trabalhar na floresta, mas devemos dar-lhes as ferramentas e a formação necessária para que não haja qualquer ocorrência. Porque eles são também vigilantes da floresta, e as primeiras pessoas interessadas na sua defesa”.

Luís Filipe Rodrigues referiu-se ainda aos que defendem simplesmente a alteração radical da paisagem com a substituição do eucalipto por outras espécies, afirmando que a compartimentação feita através da gestão florestal, com a introdução de outras espécies ditas ambientalmente mais amigáveis, também representa uma alteração da paisagem. Este é o paradigma que deve ser incluído na gestão da paisagem, é a diversidade e o equilíbrio, e não a pura eliminação de uma espécie que gera riqueza, emprego e fixação das populações”. E sublinhou que “a floresta de produção tem de existir”, com uma lógica económica e de rentabilidade como existe na agricultura ou na produção animal, porque, caso contrário, a floresta ficará ao abandono, com os riscos ambientais inerentes.

O Encontro Anual Produtores Florestais terminou com uma visita de campo a uma propriedade florestal e a demonstração de ferramentas inovadoras para as operações florestais.

 

 


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