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Marmeleira classificada como “Aldeia de Portugal”

2022-03-17
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

Cinco Aldeias do território de intervenção da ADICES, são desde ontem “Aldeias de Portugal”. São elas: Marmeleira (Município de Mortágua), Oliveira do Conde (Município de Carregal do Sal); Couto do Mosteiro (Município de Santa Comba Dão), Jueus (Município de Tondela) e Macinhata do Vouga (Município de Águeda).

A cerimónia de entrega dos galardões decorreu no passado dia 16, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL). A atribuição deste galardão finaliza um processo de candidatura participado por toda a comunidade e resultado das práticas que a comunidade identificou como a sua matriz. Mais do que o final de um processo, esta certificação é o início de um projeto de envolvimento e valorização das nossas comunidades de pertença, de que as nossas aldeias são um exemplo para todos.

Marmeleira é uma terra rica de história, património e cultura. A aldeia da Marmeleira distingue-se pelo seu património arquitetónico (Igreja Matriz, Capela da Senhora da Ribeira, ruinas da Capela de Nossa Senhora do Carmo, Moinho de Água), pelo seu singular património rural, que hoje se encontra reunido e preservado no Núcleo Museológico “Raízes e Memórias”.

A Marmeleira foi terra-berço de republicanos que lutaram contra o Estado Novo, como Basílio Lopes Pereira, António Lopes de Araújo e Serafim Lopes Pereira. O Núcleo Museológico alberga uma secção dedicada a estes republicanos e à sua ação na defesa da Liberdade, Democracia e Educação. Aqui também foi fundado em 1912 o jornal “Sol Nascente”, que propalava os ideais republicanos.

Na Marmeleira existiram ainda a “Escola Livre da Irmânia”, fundada em 1908, e o Centro Democrático de Educação Popular (Biblioteca Popular), fundado em 1913, com o objetivo de fomentar a instrução pública e a cultura, que eram inacessíveis à maior parte da população.

Orgulhosa do seu passado e das suas gentes, a Marmeleira soube honrar e preservar a sua história, as suas memórias, saberes e tradições, e ao mesmo tempo, acompanhar o desenvolvimento e a qualidade de vida dos tempos modernos, sendo disso exemplo o Pólo Industrial do Vale de Borregão e a Fundação Centro Balmar, equipamento social de apoio a idosos.

O processo de candidatura que culminou na classificação e consequente integração da Marmeleira e mais quatro aldeias da área da intervenção da Adices na rede de "Aldeias de Portugal”, foi promovido pela Adices em colaboração com as respetivas Autarquias e  a Associação de Turismo de Aldeia (ATA), e após um processo de monitorização que avaliou um conjunto de requisitos necessários para obter aquele estatuto. Este processo subentende uma visita técnica da equipa da Associação de Turismo de Aldeia (ATA) à aldeia candidata e a avaliação final pressupõe seis dimensões, entre elas a avaliação das características do edificado e o seu estado de conservação; o interesse natural/cultural; as ofertas turísticas; os habitantes e a vivência social; a acessibilidade rodoviária; e os serviços de saúde.

O projeto Aldeias de Portugal – Consolidação e Replicação Nacional, visa a promoção e valorização de aldeias rurais com potencial turístico, com base na sua identidade, na preservação das práticas e tradições culturais, na promoção dos recursos locais (património, artesanato, gastronomia, animação), reforçando o sentimento de pertença junto destas pequenas comunidades, e a sua visibilidade e atratividade, proporcionando aos visitantes genuínas “Experiências de Ruralidade”.

A ATA classifica como “Aldeias de Portugal” um aglomerado populacional inserido no meio rural, definido por um espaço de relevante valor patrimonial e um carácter próprio que se expressa na tradição das suas atividades e produtos, e cuja população se identifica com um projeto integrado de salvaguarda e rentabilização desses valores. São ainda atributos essenciais para esta classificação, a aldeia possuir vida, um dinamismo visível na sua população e nas atividades ligadas ao mundo rural que apresentam, bem como manter um edificado predominantemente tradicional.

Esta marca é portanto um referencial de certificação que distingue aldeias rurais de excelência, singulares pela preservação de um passado de histórias e tradições expresso no seu edificado, nas suas gentes, cultura, usos e costumes, no sentido de garantir a continuidade das mesmas e proporcionar o conhecimento ou retorno às origens de um povo.

 


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