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Mortágua foi palco do espetáculo comunitário “O Caldo – Contar de Ouvido”

2021-10-06
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

A Praça do Município foi palco na noite do passado dia 1 do espetáculo “O Caldo – Contar de Ouvido”. Um espetáculo teatral e musical sobre as tradições, os usos e costumes, a relação do sagrado e profano, dos três territórios envolvidos no projeto cultural “Tradição da Serra ao Mar”, uma parceria dos Municipios de Mortágua, Cantanhede e Oliveira do Hospital.

Através deste projeto pretendeu-se promover e divulgar as tradições ancestrais associadas à vida das suas populações, ligadas à serra e ao mar, contribuindo para a preservação e valorização do seu património material e imaterial. Aliando a tradição e a modernidade, incentivando a cultura em rede e a participação dos agentes, grupos e associações locais.

Mais de 100 pessoas, entre atores, cantores, figurantes, músicos, participaram neste espetáculo comunitário multidisciplinar, em que se fundem a música, o teatro, as artes performativas, o multimédia.  O espetáculo conta com a participação de pessoas e Associações dos três territórios. Mortágua esteve representado com Rafaela Monteiro, Neide Simões, Rita Nobre, Orfeão Polifónico de Mortágua, e com testemunhos gravados de Tina e Tino Lobo, António Figueiredo, Prof. Ferreira, que recordaram histórias de tempos idos. Amador de Almeida, de Vale de Mouro, declamou um poema de homenagem ao concelho, da sua autoria.

O espetáculo preencheu toda a alameda nascente da Praça do Município, incluindo a escadaria e varanda do edifício da Câmara, com alguns cenários instalados a uma altura considerável.

“Romanos, Calaicos, Suevos, Alanos, piratas Corsos e das mais variadas procedências. Impusemos regras, língua e modos de conduta. Aprendemos a vestir calção de caqui em Áfricas e Índias. Trocámos espingardas por cidades sagradas no extremo oriente. Carregámos marfim, chá, pimenta, caril e dores várias.

Regressámos com uma mão atrás e outra à frente a Portugal e fizemos dele o nosso bairro-dormitório.

Usamos enaltecer os mortos que nos cantaram em vida. Aliás, essa é a nossa ínclita vocação: Escrever epitáfios e ir às missas de sétimo dia dos nossos fiéis defuntos, aqueles a quem viramos a cara para o lado no minimercado no dia-a-dia sôfrego e alambazado.

Este CONTAR DE OUVIDO não visa homenagear os grandes homens que já habitam várias urbanizações chiques na cidade dos livros de História. Esses, são todos os dias manuseados por funcionários dos ministérios e pela agenda de efemérides.

Este CALDO, este CONTAR DE OUVIDO não é nada disso: é um mero desfile de estórias em que se retratam homens e mulheres “comuns”, “banais”, que forneceram e continuam a fornecer aos grandes homens o pretexto e a oportunidade para o serem”, lê-se na sinopse do espetáculo.


No final da apresentação, o encenador André Varandas dirigiu agradecimentos às pessoas e Associações que participaram no espetáculo, bem como às três Câmaras Municipais, enaltecendo “a coragem e o arrojo que tiveram ao lançarem-se neste projeto de cultura em rede”. Dirigiu um agradecimento especial às equipas culturais dos três Municipios, que estiveram mais diretamente envolvidas na organização das atividades.

Para a conceção do espetáculo foi necessário fazer uma prévia recolha de informação sobre as tradições, usos e costumes, dos três territórios, que constituem o “caldo” cultural da região. Esse trabalho esteve a cargo de Carlos Clara Gomes, que escreveu o texto, com a colaboração de pessoas ligadas às Associações Culturais dos três concelhos.

Em nome do Município, o presidente da Câmara Municipal, Júlio Norte, agradeceu a todos os intervenientes o excelente espetáculo, que proporcionou momentos de alegria e o resgatar de memórias do passado.

E deixou palavras de confiança relativamente à futura política cultural do Município: “tenho esperança de que quem vem a seguir a nós não vai deixar cair projetos desta natureza e dará continuidade a esta aposta na cultura”.

Depois de Mortágua, o espetáculo irá ser apresentado nos dias 8 e 9 em Cantanhede e nos dias 15 e 16 em Oliveira do Hospital.

 


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