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Mortágua celebrou 47 anos do 25 de Abril. Brigada Victor Jara proporcionou noite memorável.

2021-04-26
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

O Centro de Animação cultural foi palco de um concerto comemorativo do 47º aniversário do 25 de Abril com a atuação da Brigada Victor Jara, um grupo fundado em 1975 e intimamente ligado ao movimento cultural saído da “Revolução”.

O Concerto foi promovido pelo Município de Mortágua, no âmbito do ciclo: Coimbra Região de Cultura. Não teve direito a público, devido às limitações da pandemia, tendo sido transmitido via streaming na página do facebook do Município.

E foram muitos os que assistiram ao concerto em casa. Só durante o direto, o concerto atingiu as 13.300 visualizações. No final contabilizaram-se centenas de partilhas e gostos, além de muitos comentários a felicitar a iniciativa e a qualidade do espetáculo. “Fantástico concerto”; “Grande espetáculo. Viva Abril!”; “Maravilhoso, muito obrigado pela iniciativa”; “Lindo espetáculo, um muito obrigado”, “Obrigada, Brigada. Viva a liberdade!; “Gostei muito. Saudades de ouvir estas músicas”; ”Vi e ouvi com uma emoção que há muito não sentia”, foram alguns dos comentários feitos na página de facebook do Município, no final do concerto. Os números mais recentes cifravam-se já em cerca de 20 mil visualizações, em resultado das muitas partilhas e visualizações a posterior.

O espetáculo teve início com a leitura de excertos do poema “As Portas que Abril Abriu”, de José Carlos Ary dos Santos. De seguida, o presidente da Câmara Municipal, José Júlio Norte, dirigiu uma mensagem alusiva à data histórica, começando por saudar a CIM por esta e outras iniciativas que vão acontecer nos próximos meses em prol da cultura da nossa região, frisando que as novas tecnologias possibilitam superar as atuais restrições e levar a nossa cultura ao mundo global em que vivemos.

Deixou palavras de agradecimento e homenagem à Brigada Victor Jara, aos seus fundadores, destacando a figura de João Ferreira, e atuais continuadores, afirmando que o Grupo marcou a sua juventude e toda uma geração que viu nascer o 25 de abril. “Vocês são “filhos da Revolução” e ao longo destes 47 anos souberam ser a voz da liberdade”.

Júlio Norte referiu que o 25 de Abril permitiu que as pessoas pudessem sonhar, rasgar horizontes, e construir os seus projetos de vida, mas lembrou as “nuvens negras” que pairam hoje sobre a democracia, com o surgimento de partidos e discursos xenófobos, radicais, populistas, que ameaçam pôr em causa os valores e ideais de abril. “Lutámos muito para termos hoje o Portugal que temos, livre, democrático e tolerante, e não podemos deixar que outros venham atraiçoar e destruir todo esse legado. Temos de voltar a gritar por abril!”, disse.

Este espetáculo teve um duplo significado simbólico. O mais importante, celebrou um acontecimento que pôs fim à Ditadura, trouxe a Liberdade e instaurou a Democracia, há 47 anos. Depois, marcou o regresso aos palcos, à vida cultural, após mais de um ano em que os artistas e grupos não puderam atuar. “É um momento maravilhoso. É pena não termos ainda aqui o público, presencialmente, mas já vi que houve muitas pessoas a assistir em casa. Ver aqui os técnicos de som, de luz, toda a gente que ajuda a montar um espetáculo, de volta ao trabalho, é o que nos dá mais satisfação”, referiu Catarina Moura, voz da Brigada Victor Jara. “Nós no ano passado, por causa da pandemia, não pudemos celebrar o 25 de abril como costumamos fazer, que é a cantar em palco, e poder agora regressar aos concertos numa data tão especial como é o 25 de Abril, é uma enorme felicidade”, acrescentou.

Durante hora e meia o grupo interpretou canções de raiz tradicional representativas de várias regiões do país, do Algarve ao Minho, passando ainda pelos Açores. Canções recolhidas do povo, às quais a Brigada Victor Jara dá o teu toque, o seu arranjo musical, até porque algumas delas são originalmente só cantadas. “Nós procuramos que nos espetáculos haja canções que abarcam várias expressões ou temáticas populares, seja religiosa, laboral, amorosa, as cantigas de maldizer”, explicou Manuel Rocha.

No repertório escolhido não podia faltar Zeca Afonso, com duas canções, “Cantigas de Maio” e “Grândola, Vila Morena”, tema que serviu de senha à saída dos quartéis e que se tornou num hino da Revolução. Foi esta canção emblemática que encerrou o espetáculo, ao ritmo dos passos da marcha dos militares.

 

 

 


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