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Lançada 1ª pedra da Ecovia do Mondego. Via ciclável vai ligar os concelhos de Santa Comba Dão, Mortágua, Penacova e Vila Nova de Poiares.

2020-07-28

Realizou-se ontem (dia 27) em Mortágua, o Lançamento da 1ª Pedra e o ato de assinatura do Auto de Consignação da empreitada da Ecovia do Mondego.

A cerimónia contou com a presença do Secretário de Estado do Desporto e da Juventude, João Paulo Rebelo, do presidente da CIM  Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino, do presidente da CIM Dão Lafões, Rogério Abrantes, dos presidentes dos Municípios de Mortágua, Penacova e Santa Comba Dão, respetivamente, Júlio Norte, Humberto Oliveira e Leonel Gouveia, do vice-presidente do Município de Vila Nova de Poiares, Artur Santos, além do presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, entre outras entidades. 

Antes da assinatura do contrato de execução da empreitada, entre a CIM Região de Coimbra (dona da obra) e a empresa adjudicatária, procedeu-se ao Lançamento da 1ª Pedra da obra, junto à marina da Albufeira da Aguieira, que simboliza o início da obra.  

A Ecovia do Mondego faz o Prolongamento da Ecopista do Dão, sendo uma via ciclável de aproximadamente 40 quilómetros, desde o final da Ecopista do Dão em Santa Comba Dão até aos limites do concelho de Penacova, atravessando assim os concelhos de Santa Comba Dão, Mortágua, Penacova e Vila Nova de Poiares. Representa um passo decisivo para concretizar a previsível e estratégica ligação ciclável entre a Ecopista do Dão (já construída) e a Figueira da Foz, nomeadamente através do troço em preparação entre Coimbra e Figueira da Foz – Ciclovia do Mondego.

Desta forma, abre-se a possibilidade de tornar ciclável o eixo estruturante Viseu – Figueira da Foz, que permitirá constituir uma rede estruturante na região Centro em conjunto com o troço da Eurovelo 1 entre Mira e Figueira da Foz.

O projeto da Ecovia do Mondego foi alvo de candidatura ao Programa Valorizar, sob a liderança da CIM Região de Coimbra, em parceria com a CIM Viseu Dão Lafões e os municípios de Santa Comba Dão, Mortágua, Penacova e Vila Nova de Poiares. A empreitada tem o valor de 1. 439. 790,00 € e um prazo de execução de 18 meses.

A valorização turística deste eixo estruturante que se desenvolve ao longo dos territórios do interior das Regiões de Coimbra e Viseu Dão Lafões permite promover esta região como destino de excelência de Cycling & Walking, e potenciar o surgimento de novas atividades económicas ligadas ao turismo e ao desenvolvimento de novos serviços turísticos com base no património natural e cultural existente e na valorização dos produtos endógenos.A par destes benefícios para a economia local e o desenvolvimento dos territórios abrangidos, contribuirá para a concretização da estratégia de mobilidade sustentável através do incremento dos modos de transporte suave e com baixas emissões de gases com efeitos estufa, assegurando a mobilidade quotidiana das populações entre municípios envolvidos.

Com a criação deste troço de Ecovia e a sua ligação à já existente Ecopista do Dão e desta à Ecopista do Vouga, ficará a Região Centro com uma das maiores vias cicláveis contínuas e sinalizadas da Península Ibérica.

Na sessão de Recepção ao membro do Governo, que decorreu nas instalações do Montebelo Aguieira, o presidente da Câmara Municipal de Mortágua, Júlio Norte, na qualidade de anfitrião, deu as boas vindas ao Secretário de Estado, aos Autarcas e demais entidades ali presentes, e referiu que o lançamento da Ecovia do Mondego representa “a concretização de um sonho que para muitos não passava de uma utopia”.

“Temos um património natural riquíssimo e temos de valorizar esse capital natural”, disse. Numa altura em que há restrições de viagens ao estrangeiro e as pessoas são aconselhadas a passar férias no país, deixou o convite para as pessoas visitarem esta região, “que tem muitos e bons tesouros naturais para oferecer ao visitante”.

Júlio Norte enalteceu a união de vontades e o espírito de cooperação dos autarcas e dos municípios que estiveram envolvidos neste projeto, que souberam deixar de lado interesses pessoais em favor do interesse coletivo da região.

“Construímos um projeto que irá dotar a região de uma infraestrutura de excelência que irá ligar Viseu ao mar”, afirmou, referindo-se à futura ligação desta Ecovia à Figueira da Foz. Júlio Norte deixou um agradecimento aos presidentes das duas CIM`s, ao presidente do Turismo Centro de Portugal, às Infraestruturas de Portugal. Deixou ainda uma palavra de apreço ao Montebelo Aguieira, na pessoa do Administrador José Arimateia, afirmando que tem sido um grande dinamizador do turismo na região.

O presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, considerou que este é um “projeto estruturante para o posicionamento, valorização e atratividade turística da Região Centro e destes territórios”, lembrando que há 35 milhões de pessoas na Europa que procuram este tipo de turismo ativo, tendo uma taxa de crescimento de 10% ao ano. Pedro Machado referiu ainda a complementaridade deste projeto com outras rotas (rota das Invasões, Nacional 2, Aldeias de Xisto, entre outras) e outros produtos turísticos (a Gastronomia, o Artesanato, a Restauração, a Animação Turística), que reforçam a oferta turística e potenciam o crescimento do turismo na região.

Pedro Machado sublinhou que o tempo que estamos a viver, marcado pela covid, representa um desafio para a Região Centro em termos de adaptação e capacidade de resiliência, mas também uma janela de oportunidade, sendo atualmente as regiões do Interior do País aquelas que registam as maiores taxas de ocupação e reserva.

Apontou o exemplo do Resort Montebelo Aguieira que tem uma taxa de ocupação de 70 a 80% nos meses de julho e agosto, o que no contexto atual é significativo.  

O presidente da CIM-Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino, referiu que este projeto se assume como uma marca de qualidade de engenharia e integração paisagística, e uma infraestrutura que permitirá elevar a qualidade de vida dos cidadãos da Região de Coimbra  e  da Região Dão Lafões, e de todos os que visitam as duas regiões. “Esta obra vem dar resposta à mobilidade crescente de todos, esbater assimetrias e proporcionar aos nossos cidadãos uma melhor fruição das zonas ribeirinhas”, afirmou. Mas este é também um projeto, acrescentou,  “que permitirá alavancar a atividade do território e dar um grande impulso ao turismo e à ecomomia local”, e ajudar a consolidar a marca de diferenciação da Região de Coimbra como destino turístico  atrativo e sustentável. Deixou ainda uma palavra especial aos colegas da CIM Dão Lafões, que tiveram a visão de criar a Ecopista do Dão, um passo que permitiu agora o seu prolongamento através da Ecovia do Mondego.

O Secretário de Estado do Desporto e da Juventude, saudou a lógica de cooperação entre os municípios que permitiu lançar esta obra e este investimento significativo, “que vai tornar o turismo e a economia da região mais forte”. Segundo o Secretário de Estado, este projeto da Ecovia do Mondego vem dar um contributo e está em linha com a estratégia do Governo para a mobilidade ativa ciclável, que prevê ter até 2030 mais de 7 mil quilómetros cicláveis no país e colocar Portugal entre as 15 nações mais ativas da Europa. O membro do governo considerou ainda como um aspeto muito positivo deste projeto da Ecovia a “lógica de rede ou de interligação” em que está estruturado, numa alusão à futura ligação da Ecovia do Mondego à Figueira da Foz (Eurovelo1 - Rota da Costa Atlântica). 

 

 

 

 

 


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