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Primeiro-Ministro presidiu ao lançamento da 1ª fase de requalificação do IP3 entre o Nó de Penacova e Mortágua (Lagoa Azul)

2018-07-04
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

O Primeiro-Ministro António Costa presidiou à cerimónia de lançamento do concurso para a execução da empreitada de requalificação do IP3 entre o Nó de Penacova e Mortágua (Lagoa Azu), numa extensão de 16 km. A cerimónia teve lugar junto ao Nó da Raiva (IP3) e contou ainda com a presença do Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, Secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme Martins, Presidente do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal, António Laranjo, Presidente da CCDR Centro, Ana Abrunhosa, Presidentes de Câmara de Mortágua e Penacova, Júlio Norte e Humberto Oliveira, respetivamente, além doutros autarcas abrangidos pelo IP3 ou com ligação ao mesmo.

O Presidente da Infraestruturas de Portugal fez a apresentação do projeto de requalificação integral/duplicação do troço do IP3 entre Coimbra e Viseu, numa extensão de 75 km. O projeto prevê que 85% da extensão fique com via dupla (2+2), 12% com 3 faixas (2+1) e 3% com duas faixas (1+1). O primeiro concurso a ser lançado e executado respeita ao troço entre o Nó de Penacova e a Lagoa Azul, tendo um prazo de execução de 330 dias e um custo estimado de 12,5 milhões de euros.

Os troços entre o Nó de Souselas e o Nó de Penacova e entre Mortágua (Lagoa Azul) e o Nó de Viseu (A25), que respeitam à segunda e terceira fase do projeto, serão objeto de duplicação/requalificação, a ter início no final de 2020.

O plano de intervenções tem um custo total estimado em 134 milhões de euros, prevendo-se que as obras estejam finalizadas em 2022. Com a intervenção de requalificação visa-se reduzir a sinistralidade, permitindo ainda uma redução do tempo de viagem dos atuais 65 minutos para 43 minutos. Além das intervenções a nível estrutural (alargamento da via, reabilitação do pavimento, taludes, drenagem, nós de acesso), está também prevista a melhoria da sinalização horizontal e vertical e a implementação do separador central sempre que possível.

O IP3 será a primeira infraestrutura rodoviária inteligente do país, incorporando a chamada mobilidade digital, com a implementação de rede wireless baseada em tecnologia “iTSG5”, sistema de avisos/alertas para os automobilistas, painéis de mensagens, instalação de sensores que fornecerão informação sobre o estado da via, condições meteorológicas, tráfego, entre outros dados.

O Ministro Pedro Marques lembrou as várias promessas de obras no IP3 que foram sendo feitas ao longo dos anos, para dizer, ironicamente, “já quase conseguimos fazer uma obra só com as primeiras pedras que foram lançadas”. E foi perentório: “já não era capaz de vir aqui outra vez se não fosse para começar a fazer obra, lançar obra concreta”.

Pedro Marques referiu outros investimentos que estão a ser realizados na melhoria da mobilidade da Região Centro, nomeadamente na requalificação da Linha da Beira Alta. E adiantou que nos próximos anos vão ser investidos 600 milhões de euros na renovação da Linha da Beira Alta, já com financiamento assegurado.

Na sua intervenção, o Primeiro-Ministro António Costa referiu que a redução em 1/3 do tempo de viagem entre Coimbra e Viseu já seria suficiente para justificar esta obra, mas destacou outro significado maior: “É uma obra fundamental para salvar vidas e reduzir a sinistralidade”, afirmou. E apontou números: nos últimos cinco anos o IP3 registou 17 mortes, 62 feridos graves e 374 feridos ligeiros.

Para além da melhoria das condições de segurança e circulação, sublinhou que se trata também de uma obra central para reforçar a coesão territorial e melhorar a competitividade externa da Região Centro, dada a interligação do IP3 à A25 (fronteira com Espanha) e à A14 (acesso aos portos de Aveiro e Figueira da Foz).

António Costa destacou a importância de melhorar as acessibilidades numa região que dispõe de um dos eixos mais dinâmicos de desenvolvimento e crescimento económico do País e possui uma rede de cidades médias com elevada capacidade e qualidade, quer ao nível da produção do conhecimento quer ao nível da dinamização económica. “Temos aqui uma boa oportunidade para termos uma circulação mais segura, uma região mais coesa e mais competitiva”, concluiu.

No entanto vincou que a melhoria das acessibilidades, sendo importante, só por si não é suficiente para o desenvolvimento do interior do País, ressalvando a necessidade de uma estratégia que promova condições de fixação de investimento empresarial, a criação de emprego e consequente atração e fixação de populações.

O Presidente da Câmara Municipal de Mortágua, Júlio Norte, refere que este lançamento de obra faz jus a uma região que tem dado um forte contributo para o crescimento económico do país, que tem empresas dinâmicas e com vocação exportadora, mas que carece de uma via condizente, que assegure segurança, rapidez e comodidade.

“Esperamos que à terceira seja de vez, porque as nossas empresas e os Mortaguenses têm pago uma fatura demasiado elevada por toda esta indecisão na resolução do problema. Já perdeu-se muito tempo e muitas vidas, mas neste momento o mais importante é que o concurso da obra vai ser lançado, há dinheiro para a executar e um programa de execução definido. Espero que este dia fique marcado nas nossas vidas como um grande marco para o desenvolvimento da nossa região”.

Segundo Júlio Norte, a redução do tempo de viagem em 22 minutos é muito significativa para as empresas e para as pessoas, quer em termos de custos quer de rapidez na deslocação, “sem esquecer o nosso Hospital de referência que é Coimbra”.

Júlio Norte lembra que uma parte do traçado ainda irá ficar com apenas três e duas vias, e defende que devem ser estudadas soluções técnicas que permitam, a médio prazo, ter o IP3 transformado em autoestrada. “Temos aqui uma intervenção profunda mas não é uma autoestrada, por isso mesmo também não tem portagens. Mas seguindo este modelo de execução faseada, que não tem tantos encargos financeiros num só Orçamento do Estado, deve-se desde já estudar soluções técnicas para termos o IP3 duplicado a 100%”.

Além da requalificação/duplicação do IP3, Júlio Norte destaca ainda as obras de modernização da Linha da Beira Alta que estão programadas, que considera igualmente um fator da maior importância para alavancar o desenvolvimento económico da região.

 

 


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