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Adices visitou empresas do concelho apoiadas pelo PRODER, com o objetivo de preparar o próximo ciclo de financiamento comunitário.

2014-11-20
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

 

 A ADICES- Associação de Desenvolvimento Local está a desenvolver contactos orientadores no âmbito da preparação das candidaturas ao próximo quadro de fundos comunitários. Nesse sentido, a Associação está a efetuar visitas às empresas do concelho que já foram apoiadas por seu intermédio, através do PRODER (cujo Quadro Comunitário de Apoio está agora a terminar), com o objetivo de fazer um balanço da sua atividade e ao mesmo tempo auscultar as necessidades e os projetos dos empresários e entidades, e dessa forma estabelecer as linhas de trabalho que vão orientar a aplicação dos fundos comunitários geridos pela ADICES no seu território de intervenção, ao abrigo do novo programa de fundos da União Europeia (2014-2020).

A primeira ronda de visitas ao terreno teve início no passado dia 18. A Coordenadora Executiva da ADICES, Regina Lopes, acompanhada por técnicos da Associação, e o Presidente da Câmara Municipal, José Júlio Norte, tiveram oportunidade de ouvir e trocar impressões com os empresários e responsáveis das instituições, inteirando-se das suas necessidades em termos de investimento e perspetivas de evolução.

Nesta 1ª ronda foram visitadas seis empresas e instituições apoiadas pela ADICES, através do programa PRODER: Endiprev, Morprótese, Mortáguafit, Mundicrescente, Recypolym e Centro Balmar (IPSS).

No concelho de Mortágua foram apoiados 20 projetos, no período entre 2009 e 2013, estando previstas visitas a outras empresas, a realizar brevemente.

Os apoios contemplaram diversos investimentos, nomeadamente a nível da adaptação, ampliação ou modernização de instalações, aquisição de equipamento.

Atuando em diferentes domínios, estas empresas apresentam pontos comuns. São empresas que começaram pequenas, hoje já são empresas de média dimensão. Algumas delas são exportadoras de produtos ou serviços e trabalham para mercados nos quatro cantos do mundo. São empresas que seguiram uma trajetória de crescimento, seja a nível de instalações, volume de negócio, novos mercados. São projetos promovidos essencialmente por jovens, que apostaram no seu conhecimento, na sua iniciativa, no seu espirito empreendedor, para criar ou desenvolver a sua empresa.

Finalmente, são empresas consolidadas e com perspetivas de crescimento, sendo já nalguns casos uma referência no seu mercado e área de atuação.

A Coordenadora da Adices, Regina Lopes, referiu no final da visita que o balanço é extremamente positivo. “As empresas e outras entidades que apoiámos estão a reagir muito bem neste contexto tão difícil, têm um posicionamento muito interessante no mercado”. Um balanço que é igualmente positivo em termos de criação de emprego, “ultrapassaram claramente em todos os projetos aquelas que eram as expectativas iniciais de criação de emprego”.

Destacou, por outro lado, o facto de serem promotores jovens, com ideias diferentes em termos de investimento, que já não estão virados para as áreas clássicas de investimento, estão a intervir em áreas muito diversificadas”.

Regina Lopes sublinhou a importância deste contacto com os empresários e entidades “para tentar perceber quais são as suas necessidades reais e expectativas de investimento para o futuro, de forma a gizar um programa de financiamento que corresponde às necessidades e expectativas do território”.

Adiantou, por outro lado, que a ADICES está a defender junto da Administração Central e Regional uma alteração nos critérios de acesso aos fundos geridos pela Associação, no sentido de uma maior abrangência dos apoios. “Devemos falar de empresários, de empresas, e não tanto da configuração da empresa. Achamos que essa perspetiva está mais ajustada à dinâmica do território”, sustentou. Até porque, explicou, “há empresas que nós já apoiamos neste 1º ciclo de apoio que, como aqui pudemos constatar, vão entrar numa nova fase de trabalho e de intervenção e que precisam de dar o salto, neste momento. E não faz sentido sermos nós a travar ou a não apoiar essa vontade de crescimento das empresas”, reforçou.

O Presidente da Câmara Municipal, José Júlio Norte, afirmou que esta visita serviu para validar no terreno aquilo que já era uma evidência nos contactos regulares mantidos com as empresas. “Temos de estar naturalmente satisfeitos, estamos a falar de um conjunto de empresas em que praticamente todas têm uma gestão feita por jovens empresários e empreendedores, e foi gratificante ouvir dizer que todas as empresas estão em crescendo, todas aumentaram o número de postos de trabalho, houve mesmo algumas que triplicaram”.

Empresas que venceram e progrediram “porque fizeram a candidatura não com o objetivo de buscar dinheiro, mas com o objetivo de valorizar o seu processo de funcionamento, a própria empresa, e dar uma resposta aos seus parceiros de negócio. O investimento foi feito não para o imediato, para o dia a dia, não para aqueles dois ou três postos de trabalho que constavam na candidatura, mas sim para a empresa crescer”, afirmou.

 “O balanço é muito positivo e isso responsabiliza-nos ainda mais, para no futuro sermos bastantes seletivos relativamente aos projetos que merecem ser apoiados. Mas neste balanço há que reconhecer que os critérios que foram definidos a priori foram corretos, porque os resultados estão à visita e deixam-nos muito satisfeitos”, concluiu.

Atualmente, no âmbito do Pacto Leader (Eixo 3 do PRODER), em todos os concursos realizados pela ADICES, entre 2009 e 2013, foram aprovados 124 projetos que representaram um investimento total de 15.230.048,79 euros, na sua zona de intervenção, dos quais 9.206.658,96 euros são despesa pública através de subsídio não reembolsável.

No mesmo período de financiamento e no que respeita ao concelho de Mortágua, foram aprovados 20 projetos, distribuídos pelas medida .3.1. – Diversificação da Economia e Criação de Emprego e Medida 3.2. – Melhoria da Qualidade de Vida, que representaram um investimento total de 3.016.952,15 euros, dos quais 1.656.206,91 euros são comparticipação pública.

Os projetos aprovados representaram a criação de 40 postos de trabalho.


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