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Câmara Municipal e Adices promoveram sessão de trabalho sobre PACTO 2020 – Rotas do Desenvolvimento

2014-07-16
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

Tendo por objetivo a preparação do próximo período de programação dos fundos comunitários e a definição de uma Estratégia de Desenvolvimento Local, a ADICES promoveu sessões de trabalho nos quatro concelhos da sua área de intervenção (Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão e Tondela). A sessão de trabalho no concelho de Mortágua, realizou-se no passado dia 15, no Resort Montebelo Aguieira, e contou com a presença de agentes locais de diversas áreas, ligados à cultura, associativismo, setor empresarial, Instituições de Solidariedade Social, entre outras entidades.

Na sessão de abertura marcaram presença o Presidente da Câmara Municipal, José Júlio Norte, a Coordenadora Executiva da Adices, Dr. Regina Lopes, um representante da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Joaquim Felício, e o Diretor do Centro de Emprego e Formação Profissional de Coimbra, José Rabaça.

A metodologia de trabalho da sessão consistiu numa “brainstorming” ou discussão de ideias em grupo, e numa “análise Swot”, procurando identificar fraquezas/ameaças do território, mas também os recursos e as oportunidades, e finalmente identificar popostas ou soluções que poderão ajudar a construir a “Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) 2014-2020.

O Presidente da Câmara Municipal, na sessão de abertura, referiu que as questões do emprego e da dinamização das atividades económicas são centrais no âmbito do pacto de desenvolvimento para o território e destacou as potencialidades do concelho a nível da água, floresta, turismo, indústria e agricultura, como vetores do desenvolvimento do concelho nos próximos anos. “Estamos aqui reunidos num empreendimento turístico que recebeu no ano passado cerca de 60 mil pessoas, só contando com as pessoas que ficaram hospedadas”, lembrou, aludindo à importância que o turismo tem hoje no concelho e na região.

Referiu ainda que a melhoria das acessibilidades, como a construção da Autoestrada Viseu-Coimbra e a modernização da Linha da Beira Alta, são determinantes para a economia da região, nomeadamente para a atração de mais investimento.

Em representação da Comissão de Coordenação da Região Centro, Joaquim Felicio, destacou as diferenças entre o atual Quadro de Apoio Comunitário (QREN), que está a terminar, e o novo Quadro de Apoio (Quadro de Estratégia Comum 2014-2020), falando de um novo paradigma, em que os objetivos prioritários e linhas estratégicas são muito diferentes. “O que a Comissão fez foi identificar as prioridades que tem para a Europa, sendo que estas se podem agrupar em três grandes níveis: crescimento sustentável, crescimento inteligente e crescimento inclusivo”.

A Comissão, adiantou, definiu 11 objetivos estratégicos e 58 prioridades, que visam concretizar uma estratégia comum a nível europeu. “As questões do emprego, da inclusão social, da economia ou da competitividade, são as grandes preocupações da nova estratégia comum europeia”, frisou.

Este novo paradigma, afirmou, configura para os municípios um novo papel em termos de desenvolvimento dos seus territórios. “A resposta dos municípios tem de se direcionar para este novo quadro de prioridades definido pela Comissão Europeia”, afirmou.

A Região Centro vai dispor de 2,1 mil milhões de euros no Programa Operacional Regional, sendo que ¼ desse montante está associado ao Fundo Social, que não existia no anterior Quadro de Apoio.

A Coordenadora da Adices, Regina Lopes, referiu que o propósito destas sessões de trabalho “é envolver os parceiros locais, os agentes locais do território, na discussão sobre o processo de desenvolvimento que queremos fazer na região, olhando de uma forma atenta para aquilo que são os problemas e constrangimentos mas também para as potencialidades e para os recursos que a região tem, e começar a pensar em linhas de trabalho”.

Segundo Regina Lopes, a alteração do paradigma quanto à aplicação dos fundos comunitários “coloca novos desafios para as organizações, desde logo para os Municípios, e para os cidadãos de uma forma geral, em termos de uma mudança na bitola de competências e de intervenções que vão ter de fazer”.

Foram ainda apresentadas as linhas base do próximo período de financiamento, sendo um programa que vai apostar muito na competitividade e no desenvolvimento do potencial humano.

 


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