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Secretária de Estado do Turismo visitou o Centro de Interpretação “Mortágua na Batalha do Bussaco”

2018-03-23
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

 

 

A Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, deslocou-se ao concelho de Mortágua para assistir à assinatura de um contrato na área do enoturismo (Sociedade Agrícola Boas Quintas) e a convite do Município efetuou uma visita ao Centro de Interpretação “Mortágua na Batalha do Bussaco”. Este Centro abriu as portas em setembro do ano passado e constitui um espaço de divulgação, estudo e conhecimento acerca da 3ª invasão napoleónica de 1810, e particularmente do papel geoestratégico que Mortágua desempenhou neste confronto militar.

A responsável pela tutela do turismo foi recebida à entrada por um soldado de infantaria trajado com uniforme da época e de seguida descerrou uma placa alusiva à sua visita ao espaço. Teve ainda oportunidade de fazer uma visita guiada pelos vários módulos que constituem o espaço e assistiu no auditório à visualização de um documentário sobre a 3ª Invasão.

O Presidente da Câmara Municipal, Júlio Norte, deu as boas-vindas à Secretária de Estado e demais entidades ali presentes. Nesta visita marcaram ainda presença a Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Ana Abrunhosa, o Administrador do Turismo de Portugal, Carlos Abade, o Presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, o Presidente da Câmara Municipal de Penacova, Humberto Oliveira, Vereadores, além de várias personalidades ligadas ao Turismo de Portugal.

O Presidente da Câmara Municipal referiu que o Centro de Interpretação representa o primeiro passo na integração de Mortágua no roteiro das “Invasões Francesas”, sendo um dos pontos turísticos a integrar no projeto da “Grande Rota do Bussaco”.

Júlio Norte destacou o projeto “Região de Coimbra Turismo 2020” da CIM Região de Coimbra que assenta na premissa de promover os produtos turísticos da região, de uma forma estruturada e integrada, contribuindo para valorizar turisticamente todo o território.

Um desses projetos, já aprovado, é a criação da Grande Rota do Bussaco, que une os concelhos de Mortágua, Penacova e Mealhada, promovendo a ligação entre os valores naturais e ambientais (Mata do Bussaco e trilhos pedestres) e os valores históricos e patrimoniais associados às Invasões Francesas.

Segundo Júlio Norte, o turismo militar assume-se cada vez mais como um valioso produto turístico denotado de forte capacidade de atração nos mercados internacionais, como o espanhol, francês e inglês.

Os três concelhos pretendem estruturar o produto “Invasões Francesas”, através de um conjunto de ações, com o seu epicentro na serra do Bussaco, dando a oportunidade ao visitante/turista de vivenciar os acontecimentos e regressar ao passado, através de visitas guiadas, recriações históricas, complementando-se com a restante oferta do território em termos de património cultural, histórico, científico, natural. Associado à criação da Grande Rota do Bussaco, destacou a promoção da gastronomia, os chamados 3 L´s (Lampreia, Lampantana e Leitão), criando aqui uma oferta integrada que engloba vários pontos de interesse e de visita.

Referiu também o trabalho que está a ser desenvolvido com parceiros espanhóis no âmbito do projeto NAPOCTE, apresentado no quadro do Programa de Cooperação Interreg POCTEP (2014-2020), que pretende construir um vetor de desenvolvimento turístico transfronteiriço para promover, preservar e valorizar os valores históricos e culturais das rotas napoleónicas existentes entre Portugal e Espanha.

A Secretária de Estado do Turismo destacou o turismo militar como um nicho de mercado da maior importância, e referiu que “ao contrário do que aconteceu no passado, nós neste momento queremos que os franceses venham para Portugal. Os franceses estão a redescobrir o nosso território”.

Ana Godinho salientou a aposta na promoção deste segmento turístico e salientou que o desafio é transformar a nossa história, este passado comum, num produto turístico, para cativar novos públicos e novos mercados. E adiantou que estamos perante um nicho de mercado exigente e que traz valor para o território. “São turistas que vêm à procura de coisas únicas que só estes territórios é que têm”, ressalvou.

Enalteceu o exemplo de municípios como os de Mortágua, Penacova e Mealhada, que estão a trabalhar em parceria e em rede, isto porque, explicou, os operadores turísticos querem promover produtos estruturados, que permite às pessoas ficar mais tempo no território e descobrir produtos únicos que só existem neste território.

Segundo Ana Godinho, esta visão e estratégia multimunicipal e integrada, permite aumentar e diversificar a oferta turística. “Ganhamos escala e ganhamos esta inteligência de termos produtos que atraem os públicos e os mercados que mais interessam, que geram mais riqueza para o território”.

A Secretária de Estado identificou o turismo de natureza como um dos produtos que pode alavancar o desenvolvimento turístico, e consequentemente económico, do Interior do país (que preferiu chamar de territórios de inovação). Apontou comos exemplos o programa nacional “Portuguese Trails” e os projetos da ecopista que vai ligar as regiões do Dão-Lafões e Vouga, e da Ecovia do Mondego, que vai ligar Santa Comba Dão, Mortágua e Penacova. Ana Mendes manifestou “uma grande paixão” por estes projetos, pela sua dimensão, por envolver muitos municípios e por serem estratégicos para a região.

A Secretária de Estado elogiou os autarcas pela sua capacidade de trabalhar em cooperação, em rede, e a conjugação das várias entidades (Municípios, CCDRC, Turismo de Portugal) e empresários do setor em torno do mesmo foco, sem capelinhas ou preconceitos. “Só assim conseguimos cada vez mais afirmar os territórios”, disse.

Referiu-se à dinâmica do crescimento turístico em Portugal, com tendência a consolidar-se, e forneceu alguns dados. Na última década o número de hóspedes subiu de 10 para 21 milhões, tendo também duplicado o número de alojamentos. Destacou o facto da Região Centro ter sido aquela que mais cresceu no país, com 20% ao nível das dormidas e 35% em termos de proveitos turísticos.

Para esse crescimento da procura turística da Região Centro contribuiu a captação de novos mercados que até aqui eram quase desconhecidos para a região, como o mercado dos Estados Unidos. Afirmando: “são turistas que vêm precisamente à procura de experiências únicas, que não encontram em mais lado nenhum”.

 

 

 


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