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Apresentação do Centro Interpretativo “Mortágua na Batalha do Bussaco”

2017-08-10
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

 

Decorreu no passado dia 8 a apresentação pública do Centro Interpretativo “Mortágua na Batalha do Bussaco”. Como o próprio nome já indica trata-se de um espaço de divulgação, conhecimento e estudo relacionado com a passagem das Invasões Napoleónicas no concelho, e a célebre Batalha do Bussaco.

Este Centro está em fase de instalação, prevendo-se a sua abertura no dia 24 de setembro, uma data simbólica, pois foi neste dia de 1810 que as tropas invasoras entraram em território de Mortágua, depois de atravessarem o rio Criz.

Paulo Monteiro, em representação da empresa responsável pela conceção e montagem museológica do espaço, deu a antever os vários conteúdos e ferramentas que o público terá ao seu dispor. “É um conceito que passa por contar uma história, mas de uma forma diferente do que é clássico em museus, porque vamos ter peças que vão poder ser interpretadas e exploradas e sobretudo vão ter uma nova dinâmica em termos de conhecimento”. “Será um espaço de memória mas também de futuro”, adiantou.

A informação disponibilizada pelo Centro de Interpretação está dividida por áreas temáticas, como as Guerras Peninsulares, os Exércitos em confronto, a Batalha do Bussaco, os objetos militares, a Música no cenário de guerra. Os visitantes também vão poder conhecer as rotas e as movimentações das tropas, bem como a cronologia dos acontecimentos.

Além das fontes documentais e materiais (fardamento, armas) o espaço recorre a suportes infográficos, sonoros, visuais e interativos, que ajudarão na exploração e contextualização histórica da 3ª Invasão Peninsular e da Batalha.

Segundo o Presidente da Câmara Municipal, o Centro Interpretativo representa a materialização de um objetivo do atual Executivo Municipal, que estava previsto no seu programa, no âmbito de uma política de valorização e preservação do património histórico-cultural do concelho.

Um projeto que dá sequência lógica a um conjunto de iniciativas que o Município tem vindo a promover ou a apoiar com o objetivo de recentrar e afirmar o papel de Mortágua no contexto da 3ª Invasão Peninsular. O apoio ao lançamento do livro “Andaram por aqui os franceses…” da autoria do Dr. João Paulo Almeida e Sousa, a recriação dos percursos feitos pelas tropas, palestras e exposições, contam-se entre as iniciativas já realizadas.  

“As tropas napoleónicas estiveram estacionadas durante uma semana em terras de Mortágua. Foi daqui que partiram e definiram a estratégia que levou ao combate na serra do Bussaco”, lembra o Presidente da Câmara Municipal, Júlio Norte.

Júlio Norte lembra ainda que a Batalha do Bussaco desenrolou-se em grande parte no território de Mortágua, na zona de Moura e Sula, e nestes dois locais estavam instalados os postos de comando do Marechal Massena e do General Crawford (inglês). Os Moinhos da Moura e de Sula testemunham ainda hoje essa presença.

Alguns especialistas afirmam que a grande derrota de Napoleão começou a desenhar-se nesta 3ª Invasão ao território português, tendo Mortágua e a Batalha do Buçaco contribuído com uma quota-parte nessa viragem do rumo dos acontecimentos. Nesta batalha as tropas francesas sofreram quase 5 mil baixas e um enorme desgaste físico e moral.

Segundo Júlio Norte, “o Centro Interpretativo ajudará a manter viva na memória futura um acontecimento que marcou a história de Mortágua e de Portugal, que afetou bastante as gentes que aqui viviam, que sofreram com o rasto de destruição, saques e miséria deixado pela passagem do invasor”.

Adiantou, por outro lado, que o Município está a trabalhar na identificação dos trilhos que foram percorridos pelos soldados, tendo em vista a sua posterior sinalização, e que haverá uma aplicação para telemóvel que permitirá às pessoas orientar-se nesses trilhos via GPS.

Júlio Norte deixa o apelo aos mortaguenses e a outras pessoas que tenham na sua posse objetos ou outros elementos relacionados com aquele acontecimento, para que os disponibilizem ao Município, por forma a enriquecer o espólio do Centro Interpretativo.


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