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Ministro do Planeamento e das infraestruturas visitou obras de reabilitação das pontes sobre o Rio Criz

2017-06-05
Fonte: Câmara Municipal de Mortágua

O Ministro do Equipamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, efetuou no passado dia 2 uma visita às obras de reabilitação das pontes sobre o Rio Criz (Criz I e Criz II).

Nesta visita de trabalho, como o próprio Ministro fez questão de classificar, marcaram ainda presença o Presidente do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal, além de outros responsáveis e técnicos desta entidade, a Presidente da CCDRC, Presidentes de Câmara de Mortágua e de Santa Comba Dão, entre outros Autarcas.

Tendo como pano de fundo a Ponte do Criz II, o Ministro ouviu uma exposição técnica sobre a situação da empreitada, relativamente aos trabalhos já executados e a executar, e prazos de conclusão previstos para as intervenções nas duas pontes.

As duas pontes, projetadas pelo Prof. Engº Edgar Cardoso e construídas entre 1976 e 1979, estão a ser objeto de uma profunda requalificação ao nível do reforço estrutural (fundações e pilares). As obras na Ponte Criz I, situada junto a Vale de Paredes, estão praticamente concluídas, faltam trabalhos de pintura. Quanto à Criz II, situada na ligação Mortágua - Santa Comba Dão, os trabalhos estão executados em cerca de 90%. No caso desta ponte, os trabalhos apresentam uma maior complexidade, devido à extensão da ponte e à cota da albufeira, que é significativa nesta zona. Vai ainda proceder-se ao levantamento do tabuleiro e à mudança dos aparelhos de apoio, prevendo-se que a empreitada fique concluída até outubro.

Na qualidade de anfitrião desta visita, o Presidente da Câmara Municipal de Mortágua, Júlio Norte, saudou a presença do membro do Governo e sublinhou a importância destas obras para a segurança e tranquilidade das pessoas

Júlio Norte referiu que o Ministro estava num concelho dinâmico e empreendedor, com várias empresas exportadoras e empresários resilientes que têm conseguido superar os constrangimentos do interior do País, e desta região em particular.

Um concelho com um Parque Industrial em expansão, com investimentos previstos que ultrapassam os 60 milhões de euros e que vão permitir criar cerca de 450 postos de trabalho, No entanto, sublinhou, o concelho e a região precisam de boas acessibilidades a nível rodoviário e ferroviário para que as empresas possam ser competitivas no contexto da economia global.

Segundo Júlio Norte referiu, os Municípios do Interior, e concretamente o Município de Mortágua, têm feito um “trabalho titânico” para minimizar estes constrangimentos a nível das acessibilidades e promover o desenvolvimento dos seus territórios.

Júlio Norte lembrou que “a única zona do interior que não é dotada de uma autoestrada, é a Beira Alta, nomeadamente o eixo Coimbra-Viseu-Mangualde”. Uma obra estruturante que tem sido alvo de sucessivos adiamentos e indefinições ao longo de décadas, o que considera ser uma “discriminação negativa” por parte dos sucessivos governos e que origina uma luta desigual face a outras zonas do país que estão dotadas destas infraestruturas. “Iremos continuar a lutar por um novo traçado do IP3, que permita uma maior fluidez e segurança do tráfego rodoviário”, disse.

Júlio Norte informou ainda que o Município aguarda que a IP proceda ao lançamento do concurso da obra do Nó da EN234 com a EN228 (Nó do Barril), para que desta forma, se resolva definitivamente um dos grandes constrangimentos no acesso principal a Mortágua e, simultaneamente, crie as condições de segurança para quem ali circula“.

Por sua vez, o Município vai substituir-se à IP e realizar por sua conta, as obras de beneficiação e segurança na EN228 e EN234, nomeadamente na Rotunda do Parque Industrial e da Gândara.

O Presidente da Câmara referiu-se também à necessidade de modernização da Linha da Beira Alta, começando por congratular- se com o lançamento das obras de conservação e manutenção da Linha da Beira Alta, cuja primeira empreitada será realizada no concelho de Mortágua, junto a Trezói. “É urgente, para os nossos empresários, a alternativa que permita fazer o transporte de mercadorias para os restantes países europeus, sem os constrangimentos da via rodoviária”, disse.

O Ministro agradeceu aos autarcas, aos munícipes e aos utilizadores em geral a compreensão e paciência que têm tido face aos constrangimentos inerentes à execução destas obras, mas que são essenciais para a criação de condições de segurança.

Relativamente à construção da autoestrada, o Ministro do Planeamento referiu que já se perdeu muito tempo com anúncios e cerimónias de apresentação, e garantiu que o projeto de ligação Coimbra-Viseu em autoestrada não está abandonado. “Eu não venho aqui para lançar mais uma 1ª pedra, vamos é tratar daquilo que é preciso fazer. Estamos agora a fazer os estudos de traçado, a consultar os municípios e a IP, para chegarmos ao final do ano em condições de definir o traçado dessa infraestrutura”. “É uma via que têm de ser feita e vai ser feita neste país”, garantiu.

O Ministro deu conta também do investimento que está a ser feito na beneficiação do IP3, nomeadamente ao nível da sinalização e estabilização de taludes, e referiu que entre 2016 e 2018 serão investidos 3,6 milhões de euros.

Pedro Marques lembrou que os fundos comunitários não apoiam obras rodoviárias, sendo totalmente suportadas pelo orçamento da IP e Orçamento do Estado. E manifestou a confiança de que com a melhoria da situação financeira do país, haverá condições para libertar mais investimento público.

Relativamente à modernização da Linha da Beira Alta, outro dos assuntos suscitados pelo Presidente da Câmara, o Ministro que tutela as obras públicas frisou que o investimento na ferrovia é uma prioridade deste mandato. “Nós fizemos quase a totalidade dos investimentos que a nossa rede rodoviária precisava, está agora na altura de modernizar a nossa rede ferroviária”. A propósito, anunciou uma intervenção global de mais de 600 milhões de euros na modernização da Linha da Beira Alta, nos próximos 4 anos. Neste momento estão em curso as intervenções mais urgentes que vão permitir diminuir os atrasos na circulação normal dos comboios. Depois da intervenção na Linha da Beira Baixa, adiantou, seguir-se-ão as intervenções estruturantes na Linha da Beira Alta.

“É a maior intervenção de há décadas para cá na nossa rede ferroviária. 40% da rede ferroviária é intervencionada num prazo de cinco anos, estamos a falar de mais de 2 mil milhões de euros de intervenções na nossa ferrovia”, afirmou.


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